Visit Blog
Explore Tumblr blogs with no restrictions, modern design and the best experience.
#Le jour se lève
myelicia · 6 months ago
Text
Seren Bell ~ la porte tordue
Tumblr media
Que le coq chante ou non, le jour se lève Proverbe libanais
172 notes · View notes
fidjiefidjie · 5 months ago
Text
Bonne matinée 💟🌥🆕️
Barbara Pravi 🎶 Le jour se lève
15 notes · View notes
ani-lo-buba · 4 months ago
Text
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
Voilà, le jour se lève sur l'homme et l'oiseau 🎤🌅🦅
I made a series of wallpapers for each song and the whole tryptich too 🕊️
RB if you saved !!
7 notes · View notes
vogelfanger1984 · 4 months ago
Text
I am absolutely in love with Barbara Pravi's latest compilation video of Voilà, le jour se lève, and l'homme et l'oiseau
the way she incorporates her love of birds into her work ✨🪶
7 notes · View notes
edgarmoser · 5 months ago
Text
barbara pravi - le jour se lève (clip officiel)
son nouvel single
Tumblr media
7 notes · View notes
jareckiworld · 2 years ago
Photo
Tumblr media
Carlo Maiolini  -  Le Jour Se Lève (Daybreak)   [oil on canvas, 2017]
840 notes · View notes
lucdesportes · 2 years ago
Photo
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
En regardant “Le jour se lève” hier soir
18 notes · View notes
highvolumetal · 3 years ago
Photo
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
Tumblr media
Le jour se lève (Daybreak) ,  Marcel Carné , 1939.
126 notes · View notes
masumcetin · 3 years ago
Photo
Tumblr media
Yüzündeki eski gülümsemeleri hatırladıkça, ağlamamak için; 'Değmezmiş,' diyerek, içimi rahatlatacaktım. Gerçek olmayan bir kitap kapağındaki fotoğraf gibi şimdiki zaman taşıyamadığımız sözcükler. — Hâlâ eskisi kadar yakın mıyım sana?
Serkan Türk, Uzak Yaz s.68 Fotoğraf: Marcel Carné’nin 1939 yapımı, “Le Jour Se Lève” (Gün Ağarıyor) filminden, (Arletty & Jean Gabin).
26 notes · View notes
berkeepernotes · a year ago
Text
Trágico Amanhecer (1939)
Tumblr media
É engraçado no texto de Tom Charity quando ele diz que o filme, apesar de não ter sido o primeiro, foi um marco para o cinema francês por usar uma fusão de imagens para se iniciar o flashback que nos explicará a trama. Não é a informação que é engraçada e sim a insistência dos produtores em colocar em todos os cartazes de divulgação uma frase que explica que o protagonista comete um assassinato e que o flashback (e o filme) é a explicação do porque. Uma divulgação feita a partir de um leve spoiler por acreditar que as pessoas não iriam compreender a técnica do flashback.
Esse filme de Marcel Carné é bastante interessante não só pelo uso da técnica e por já nos dizer sobre o que se trata logo de cara, mas por usar disso para atiçar nossa curiosidade ao mesmo tempo em que serve como um forte representante do Realismo Poético Francês, e com isso uma critica social à um período em governado por lideres de direita que sufocavam a população pelo corte de reformas sociais enquanto ignorava a crescente ameaça, interna e externa, do fascismo.
O assassino protagonista da trama é François (Jean Gabin) que logo na primeira cena mata um homem. Logo depois ele se isola em um quarto, enquanto a policia tenta intimida-lo à sair para poderem prende-lo. Após um tiroteio, François começa a recordar dos eventos que o levaram a essa fatídica noite. Meses antes, François começara um relacionamento com a doce florista Françoise (Jacqueline Laurent), porem essa cai no charme do ardiloso e manipulador Valentin (Jules Berry) um ator vaudeville e o homem que François viria a matar. Para piorar o já confuso triangulo amoroso, entra em cena Clara (Arletty), assistente de Valentin que se apaixona por François.
Os roteiristas Jacques Prévet e Jacques Viot criam uma trágica historia de amor e traição que nos envolve do inicio ao fim, sempre torcendo pela salvação de François - em mais uma ótima interpretação de Jean Gabin -, mesmo que isso seja impossível pelo tom fatalista da trama, exaltado pela atmosfera hostil que Carné consegue criar e que eventualmente serviu de inspiração estética para o gênero Noir do cinema americano.
Uma curiosidade interessante sobre o filme é de que a RKO comprou os direitos de exibição do filme nos Estados Unidos, mas na verdade tratou-se de se apropriar da historia para produzir um remake chamado “Noite Eterna”. Para parecer terem uma ideia original, o estúdio destruiu todas as copias que comprara e o filme quase se perdeu na historia, mas felizmente o remake foi um fracasso de bilheteria e critica que condenou essa patética tentativa de apropriação do filme de Carné, que voltou aos cinemas da França nos anos 50 e garantiu sua popularidade e superioridade até os dias de hoje.
0 notes
edgarmoser · a year ago
Text
Tumblr media
Tumblr media
esther galil - le jour se lève
1971
5 notes · View notes
howdydowdy · 5 months ago
Note
good news! i am currently at my parents' house and one of the ways my father and i bond is me asking him questions about french. re: si, this was taught to me, but i did also double-check it with him, the actual native french speaker, and he confirmed it as well. you're not crazy, it is indeed a thing. re: tous, the s is pronounced when it's standing in for a noun phrase. e.g. tous (silent s) les élèves sont assemblés? oui, ils sont touS (s pronounced) là.
this is very good news indeed!! thank you for asking your dad my french questions and reporting back!
i'm feeling very relieved about si. phew. weight off my shoulders there. maybe they just don't teach americans about it because spanish is more common here and they're worried it might confuse us? "si means yes, but only if you are answering no to a negative question? so does it mean yes or no?? preposterous!" that's my working theory. (i'm mostly joking.)
the tous shortcut i have come up with is: when tous occurs in the construction tous les [plural noun], the s is silent, and otherwise, it's pronounced. which i think is more or less what you're saying? what do we think about that? yes? no? yes and no?
13 notes · View notes
lyslily · 4 years ago
Photo
Tumblr media
Jean Gabin & Arletty Le jour se lève, Marcel Carné (1939).
5 notes · View notes