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#Psychology

how about we redo the stanford prison experiment but with women and minorities and none of this aggressive white male BS

like, maybe it’s the future teacher in me, but everyone’s getting a PB&J (sunbutter if they’re allergic), some fruit, a little veggies, maybe a dessert for dinner. we’re starting a book clubs. popcorn reading time.

 85% of all juveniles who come in contact with the juvenile court system are are functionally illiterate. 3 out of 5 people in prisons can’t read. Put me in the Stanford Prison experiment and I’m setting up a lil book club.

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Estou relendo a Redoma de vidro e tô lendo a segunda parte do Segundo sexo. Como foi difícil ler a primeira parte, estou lendo os capítulos soltos que mais me interessam. Ontem li A lésbica e comecei Situação e caráter da mulher. No primeiro, uma parte interessante que ela menciona que “a naturalidade implica não refletir sobre si mesmo”, o que me deu humanidade de volta, já que nos últimos dias venho me vendo animalesca. É interessante que a naturalidade é um tema tão político. Um “protesto” justamente que venho fazendo nos últimos anos é de encarar certas coisas com naturalidade, como LGBTs e o meu próprio (!) corpo. Mas a verdade é que esse nome é bem confuso, já que não há praticamente nada de natural no ser humano. Como agir com naturalidade em relação a construções sociais?

No segundo capítulo, ela basicamente fala da situação da mulher. Um(s) trecho(s) que me marcou muito é onde ela diz que a mulher controla as tarefas domésticas e é avarenta porque não há mais nada que ela possa controlar. Isso me fez imediatamente pensar na minha mãe. É estranho pensar que esse tempo todo ela era meu ídolo e que ser uma mulher de sucesso era ser pelo menos parecida com ela. E agora vejo que não, e isso fazia eu idealizar as tarefas domésticas, por exemplo. Como isso era muito caro a minha mãe, eu achava que de fato devia ser algo importante. Agora eu vejo que essa mediocridade é tudo o que ela tem.

Isso tirou um pouco a idealização que eu tinha das tarefas domésticas. De fato, é importante eu saber/ aprender, mas que a minha vida não gira era torno disso. Tenho um pouco de medo de tudo o que eu sei e agora o que eu posso fazer. Sempre tive dificuldade de entender o porquê dos meus pais e das outras pessoas sentirem tanta inveja umas das outras, e até de mim - e aí me dei conta que você sente inveja quando acredita OU sabe que tem algo que você nunca poderá fazer, por mais que queira. Agora o tempo que eu vou ficar sozinha durante a viagem dos meus pais à Cabo Frio parece bem menos glamuroso, mas no fundo eu sei que isso é importante pra mim.

Sinto que os fantasmas da juventude das mulheres paira sobre mim. Acho que toda essa amargura da minha mãe se dá porque no fundo ela tem muita dificuldade de superar o fato que nunca irá exercer toda a sua potencialidade. Isso se alia à Redoma de vidro, onde a Sylvia sabe tudo o que eu sei e era supercrítica em relação a casamentos, mas se casou com um homem abusivo e teve dois filhos. Cada dia tenho mais certeza que ser adulto é horrível. Fazem a gente idealizar a condição de reprodutora de sofrimento. Li de novo um trecho que é tão impactante pra mim que já tava até destacado. Segue:

E eu soube que, apesar das rosas e dos beijos e dos jantares que o homem despejava sobre a mulher antes do casamento, o que ele secretamente desejava depois da cerimônia nupcial é que ela se estendesse sob seus pés como o tapetinho de cozinha da Sra. Willard.

Minha própria mãe me contou que, assim que ela e meu pai saíram de Reno para a lua-de-mel - meu pai havia sido casado e precisava oficializar o divórcio - ele disse, “Ufa, que alívio, será que agora a gente pode parar de fingir e voltar a ser nós mesmos?”. Daquele dia em diante minha mãe nunca mais teve um minuto de paz.

Me sinto bastante frustrada quando parece que tenho que me diminuir para me encaixar e ser aceita. Não vou exercer o máximo da minha potencialidade para agradar os outros? Não parece justo. Agora entendo que isso deveria ser um sinal de “respeito”(?) às outras pessoas que não podem o mesmo que eu. Só que a minha vida é sobre mim, e não sobre os outros e suas vidas.

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Ever come under fire for not being quick to aggressively crucify someone because you understand that everyone is human and there lies no blueprint for existence and people make mistakes and think differently than you do?

And rather than discarding / blacklisting them you’re more interested in understanding why they are how they are & how they’ve come to deviate so far from societies’ status quo?

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Summer Success: Day 9

First summer session exam today! Spent literally hours listening to lectures and taking notes. I’ve never been this productive in my life honestly.

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Estou relendo A redoma de vidro e fico bem impressionada sobre como a Sylvia se parecia comigo. Fico pensando sobre qual deve ser a impressão que causo nos outros, principalmente o que deve acontecer pra eu atrair a H. mas ao mesmo tempo conseguir trabalhar com ela. Acho que eu causo uma impressão bastante selvagem e intimidadora - um “aviso”? Mas quando as pessoas me conhecem vêem que eu sou muito mais legal, até mais do que a média. É interessante como posso ser subserviente às pessoas, como se fosse um teste, mas aí quando elas aproveitam essa oportunidade não consigo lidar com a frustração.

É interessante como estou mais calma e centrada, mas quando a frustração bate minha selvageria vêm à tona. Óbvio que o primeiro se desenvolveu a partir do segundo, mas as coisas ainda me atingem como pedra.

Hoje minha tia veio com uma conversa de sair comigo a sós, o que me surpreendeu. Parece que ela tá disputando atenção com a S. ou querendo fugir dela mesmo (e do C. também?).

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Minha última sessão de terapia foi muito reveladora. Hoje tô me sentindo mal porque sinto que não há lugar pra mim. Em casa é desse jeito, e na rua não é menos difícil. Às vezes nem quero ir pra rua, porque tô acostumada com a infelicidade dessa casa. Tô acostumada a ficar parada, semi-morta; a não procurar trabalho, não me preocupar com minha subsistência.

Fico pensando nos conflitos que tenho com as pessoas menos privilegiadas que eu, e minha própria inserção nesses espaços. Será que eu tô preparada pra fazer isso agora, no momento que eu tô? Será que eu deveria dar uma pausa nesses assuntos? Ou pegar leve, como no *****… não sei que rumo profissional vou tomar.

Não quero realizar nenhum afazer, eu acho. Não tô nem indo pra faculdade. Tô me sentindo mole, fraca, letárgica. Só consigo me dedicar minimamente à bruxaria/ computador, e tarefas mínimas de alimentação/ higiene. Parando pra pensar, eu tô melhor do que no ensino médio, porque pelo menos sozinha eu consigo sair. Mas isso não significa que eu esteja melhor. Por que eu espero tanto de mim mesma? Por que sou tão exigente?

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byfezzText

Technology has solved old economic problems by giving us new psychological problems. The Internet has not just open-sourced information; it has also open-sourced inescurity, self-doubt, and shame.

Mark Manson

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