Visit Blog

Explore Tumblr blogs with no restrictions, modern design and the best experience.

Fun Fact

Tumblr has over 100 million blogs, and only 167 employees.

Trending Blogs
#jane austen

But we suffer from an incurable disease called hope. Hope for liberation and independence. Hope for a normal life where we shall be neither heroes nor victims. Hope to see our children go to school without danger. Hope for a pregnant woman to give birth to a living baby, in a hospital, and not to a dead child infront of a military control post. Hope that our poets will see the beauty of the colour red in roses, rather than in blood. Hope that this land will recover its original name: land of hope and peace. Thank you for carrying with us this banner of hope.

-Mahmoud Darwish

0 notes · See All

Suddenly, icy fingers grabbed my arm as I inched through the darkness. “You should not be here.” I slowly turned around and indeed my ears had not betrayed me. Before me casually leaning against the wall as if it is the only thing he has to do on a whole day, was him. “And why if I should not be here, are you here? For you to be in this place, you had to take the same path through the darkness as I took. I say we are equally to blame.” He took me by my shoulders and stared into my eyes. “This is my house, everything in this place, the grass, the wind, even the darkness you tried to use to your advantage, are mine. The only thing here I do not own, is you. And oh, let the moon be the only witness, we are only equally to blame for our mutual feelings.” I let my eyes drift to the moon. “Let the moon be witness. It is true, you do not own me for I am not an object. An object does not give their consent, but I do. And so moon, hear my words and carve them in the sky. You do not own me, but I am indeed yours.” He withdraws his hands and walks back to the wall. “You are to be married tomorrow, then you are someone else’s. And I will be alone forever, although I would have a small forever for you are every breath I take.” I lean with him against the wall and together we stare at the moon. “Then let the moon be witness. We should run away, for you to are every breath I take.” He falls to his knees. “How will we live?” I crouch down next to him. “To be frankly, I am to in love to worry about the consequences.” He looked back up with determined eyes. He pulls me up and starts running. “Let the moon be witness! I shall not worry either, if you do not!”

0 notes · See All

Sometimes I’m glad I didn’t read classic literature when I was younger, ‘cause now I have a much greater understanding of the English language and can appreciate more fully the stories and the skill in which the text was written, all with the excitement of not knowing what’s gonna happen next.

1 notes · See All

Entonces comienzas a sentirte mal a darte cuenta que por más que te arregles, por más fotos hermosas que te tomes jamás seras suficiente para esa persona, comienzas a maldecir las redes sociales por qué solo te restriegan que todas son más hermosas menos tu para esa persona que te hace suspirar, te sientes mal, te desanimas y sientes nuevamente ese peso en tu corazón, ese ardor en tus ojos que solo dice que tú autoestima está cayendo, te preguntas por qué es tan difícil gustarle a quien te gusta, por qué no puedes ser suficiente. (…) Vuelves a dormir, cierras tus ojos deseando que todo mejore y un golpe de suerte te ayude a sentirte mejor, que por fin algo mejore y empiece a valer la pena


Mil inviernos y ni uno a tu lado ~ Anonimo

0 notes · See All

Hey, remember my post about an SPOP version of Jane Austen’s Pride and Prejudice? I wrote it!

Uncle Sea Hawk is back! This time he’s reading the children of the Super Pal Trio a tale of epic ROMANCE and ADVENTURE, the classic love story between Adorabeth Boomnets and Fitzmeowmoew Catsy.

Read on AO3 or FF.net.

I originally wrote this for the Historical prompt for @glimbow-week-2020 and then lost the draft for months until I randomly found it again a few days ago!

24 notes · See All

E lá vamos nós.

Por muito tempo me peguei pensando que nunca conseguiria expressar em palavras como Orgulho e Preconceito é, mas aqui está minha opinião: é bom demais, confia. E para minha pessoa falar bem assim de um livro? Eu, que adquiri, depois de ler bastante, esse senso crítico que tem prazer em criticar tudo? Pode ter certeza que é bom mesmo. E não serei eu, a única pessoa a achar Orgulho e Preconceito bom. 

Como eu posso explicar Orgulho e Preconceito? O romance jamais falado, jamais igualado, conhecidíssimo como a noite de Paris, poderosíssimo como a espada de um samurai. Um dia a Jane Austen me deu um soco… foi irado. Mentira, não vou continuar mais com essas menções de Meninas Malvadas, nem gosto do filme. Mas eu realmente ficava pensando em Orgulho e preconceito 80% do meu tempo, e nos outros 20% esperava que alguém falasse para falar junto. Eu não gosto nem de pensar que fiquei até agora sem ler esse livro, mas acho que se lesse antes não gostaria tanto como eu gosto hoje, e também eu não gostava muito de ler romance, porém não estou aqui para falar de mim, estou aqui para falar de Orgulho e Preconceito, mesmo que reconheça que minhas meras palavras nunca serão o bastante para expressar e afirmar a fama de Orgulho e Preconceito.

Até eu pegar o livro e ler, eu não sabia do que se tratava tal obra prima, só sabia que tinha o Sr. Darcy e a Elizabeth, que no caso são as personagens principais, e é assim: o sr. Bingley muda para uma casa perto da família da Elizabeth, e ele leva as irmãs dele e um amigo dele, vulgo Sr. Darcy, aí eles vão visitar os Bennet. Só que a Elizabeth não foi muito com a cara do Sr. Darcy, ele era rico, se achava um topetudo e era orgulhoso demais. E o Sr. Darcy achou a Elizabeth bem marginalizada pela sociedade, ou seja, pobre. Tá pronto o orgulho e o preconceito. Mas a Elizabeth não era tão pobre assim, ela só tinha uma baixa renda comparada a pessoas mais ricas que ela. Ela vivia muito é que bem.

A parte mais chatinha é que o livro é quase um folheto de turismo de tanta viagem que tem. É viagem pra cá, é viagem pra lá, chama a carroça, pega o cavalo e mais viagens. E um monte de pessoas indo na casa um do outro. E a confusão que foi quando todo mundo se chamava pelo sobrenome e eu não sabia quem era quem, tirando o sr. Darcy, porque só tinha um sr. Darcy? Essas duas foram as únicas partes que “ruins”, porque é algo tão trivial que poderia passar despercebido, mas eu sou chata. Mas a viagem faz parte do enredo, então não é tão trivial assim, então minha opinião crítica sobre essa parte é trivial.

E agora o desenvolvimento dos personagens, ainda mais se tratando de um romance, que eu tinha uma mente bem fechada. Minha visão sobre tal gênero sempre foi ruim, para mim os personagens eram estáticos e o foco principal era só o romance, e não gostava porque a história sempre foi previsível demais. Os dois ficam juntos no final, precisa de mais? Então, quando percebi essas mudanças em ações e pensamentos pensei na mente brilhante da Jane Austen, essa moça a frente de seu tempo.

Tirando um foco um pouco do lindo do sr. Darcy e da pobre Elizabeth, o livro fala também da Jane, irmã da Elizabeth, que se apaixonou pelo sr. Bingley, e ele por ela (que gracinha, o amor a primeira vista), mas até os dois ficarem juntos, é um blá blá blá do caramba e aquelas irmãs do Bingley não ajudam em nada, duas chata. Mas também faz parte do enredo do livro, se tá lá é por um motivo.

Como o próprio nome já diz Orgulho e Preconceito é sobre orgulho e preconceito. Orgulho de status sociais e preconceito com diferentes castas sociais da aristocracia, além de falar sobre educação e casamentos arranjados que buscam um prestígio. Tudo isso em romance? É, eu também me surpreendi.

Recomendo? Óbvio.

Mesmo com tudo o que eu escrevi, sinto que ainda falta muita coisa para falar de Orgulho e Preconceito, é um livro tão legal, tão bom de ler. E olha que eu comecei a ler já esperando que fosse tudo isso que já ouvi falar, e recebi mais do que esperava. Pode não ser tudo isso que eu escrevi, mas se você ler e não gostar, você leu errado.

0 notes · See All

The P&P book is my comfort book and the 2005 is my comfort movie, I find it interesting tho that I’m never satisfied when a movie adaptation from a book has many changes, however it is not the case when it comes to Pride and Prejudice, despite having many alterations, keeping in mind it was necessary cause the story is long and the movie like an hour and a half, the director made it work, every change was executed beautifully and enhanced the feelings and essence of Mr Darcy and Lizzie’s romance, a lot of people complain about such changes but I have to quote Matthew Macfadyen himself “The screenplay is just an impression of a novel, it has its own identity, very much. The book does too” and still the outcome was phenomenal, giving us a visually pleasing movie that transports you to the past and translates Jane Austen’s main focus in the story very well” Not to even mention the performances of the actors, Matthew was the perfect Mr Darcy.

12 notes · See All

Rebecca: Imagine a Northanger Abbey Modern AU where she runs a ghost tour in Bath & a supernatural podcast …

Jean: EXCUSE ME YOU GALAXY BRAINED BITCH WHAT THAT’S EXCEPTIONAL?

Rebecca: Oh we have to write this, don’t we? This is one of those things where we have to do it if we want to read it?

Jean: Isabella is now an influencer she does a collab with …

Rebecca: Henry Tilney is a theology professor …

Jean: His lanyard tangles in her shirt at a book event because

Together: HE KNOWS HIS MUSLIN

Jean: She has heard of his house because it is supposed to be haunted …

Rebecca: She gets there to do a ghost thing and thinks she has got tangled in True Crime …

Jean: She asks for help - let’s give her a non garbage friend?

Rebecca: Maybe a True Crime blogger - a friend from the internet …

Jean: I’m obsessed with this

2 notes · See All
Next Page