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#manipulação

É difícil sair de um relacionamento abusivo? É e muito, é humilhante, você acaba acreditando que tudo que o outro fala de você é verdade e que você é culpada, que você é o problema. No momento que nos libertamos, demora pra se recuperar, pra se encontrar de volta, pra perceber que o acontecia ali não era sua culpa que você estava sendo manipulada. Toda essa dor passa e pode contar comigo pra te ajudar nessa fase de libertação, esse blog me ajudou muito a sair do relacionamento abusivo que vivi, foi um ano dando conselhos para várias mulheres mas me perguntando o porquê de eu não seguir meus próprios conselhos, mas enfim eu consegui!

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Terror or Horror? | Sunmi ft. Red Velvet

Eu sei que não é halloween ainda, mas eu não segurei a vontade. Sai das férias, ouvi um finalmente? Mas ainda não estou aberta para pedidos! Vou terminar os pendentes nos projetos e aí eu penso sobre.

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Qual é o limite das nossas responsabilidades? Essa é uma preocupação constante pra mim. Eu imagino - talvez - que algumas pessoas não se preocupem muito com esse tipo de reflexão, seja por não ter enfrentado grandes dilemas existenciais, ou por uma questão de personalidade, …, enfim. Mas essa é uma reflexão que eventualmente vem a mim, independentemente da minha vontade: “Qual é a minha parcela de responsabilidade aqui, ou ali?”, ou “Até que ponto posso assumir o papel de vítima?”.

Veja o conflito entre Pangloss e Candide, por exemplo. Não se atenha aos nomes, tomei emprestado da caixa de postagem do tumblr para diálogos. Eu imagino que você não teve como evitar de ler quando se deparou com aquele diálogo e possivelmente deve ter tido uma reação a respeito. Talvez você tenha se identificado com Candide, ou talvez com Pangloss. Você formulou um juízo a respeito?

Ao ler “saco de cimento”, se você teve ou tem algum tipo de contato com a área da construção civil, deve ter imaginado um saco de cimento de volume comercial, pesando 50Kg. Talvez você tenha criado alguma empatia por Candide. Mas e se eu disser a você que o saco tinha o volume aproximado de uma sacola de supermercado? O cimento era sobra de uma reforma e o que sobrou foi recolocado em uma outra embalagem para preservar o material, uma vez que ele não pode absorver a umidade. Então, ao invés dos supostos 50Kg, o volume na verdade suportava apenas três ou quatro quilos.

Então, o que você pensaria sobre isso de posse dessa nova informação? Talvez agora você passe a repensar o papel de cada um no conflito. Talvez Pangloss já não seja alguém tão intransigente e autoritário, caso você tenha pensado dessa forma. Ou então, talvez essa nova informação reforce a sua impressão inicial: “Eu sabia que era corpo mole!”. Alguém pode ter pensado… Talvez, por se tratar de um saco de cimento, você pode ter imaginado que a discussão pudesse ocorrer em um depósito de uma madeireira, ou em um canteiro de obras, mas e se por acaso for na casa de Pangloss e ele estivesse ordenando que a sua filha Candide, de apenas oito anos, pegasse aquele saco de cimento e leve até à garagem?

Ainda que fossem adultos, ainda que o saco de cimento pesassem entre três ou quatro quilos, eventualmente poderíamos enfrentar algum erro de avaliação. Um erro talvez compartilhado com Pangloss, que devido às especificidades da sua personalidade, vivência e perspectiva, talvez não consiga mensurar se Candide realmente teria ou não condições de carregar aquele saco de cimento.

Um saco de cimento ainda é algo mais palpável e mensurável do que escolhas, comportamentos, atitudes e tudo aquilo que nos impede de estabelecer uma métrica. Um saco de cimento tem volume, massa e por isso sofre a influência da força da gravidade, etc., mas quando os conflitos se estabelecem em um plano não tão palpável, o nível de complexidade para se definir as parcelas de responsabilidades de cada um dos envolvidos é ainda muito mais difícil.

No decorrer da nossa vida, algumas das nossas escolhas se encontram totalmente sob o nosso poder e de mais ninguém, enquanto que outras possuem diferentes níveis de responsabilidades compartilhadas. Por sermos seres sociais, estamos muitas vezes envolvidos em tensões entre interesses, ideologias, dogmas, necessidades e exercemos ou sofremos, em maior ou menor grau, táticas de pressão, persuasão e/ou manipulação. Diferentes tipos de personalidade agem e reagem de diferentes formas a esses diversos tipos de contextos e mecanismos.

Isso me leva a refletir sobre a seguinte questão: até que ponto uma pessoa com uma personalidade submissa é responsável por escolhas que foram fruto de pressão e/ou manipulação? Duas escolhas em 2008 selaram o meu destino e hoje - mais do que nunca - estou pagando por escolhas que foram creditadas apenas a mim, muito embora tenham se dado às custas de muita pressão. Nessas horas eu me lembro de algo que uma amiga escreveu: o tempo é o bem mais precioso do homem. Não há preço que pague pelo tempo perdido.

Então, se você me perguntar se eu perdoo as pessoas envolvidas sobre os diversos acontecimentos importantes que se desdobraram ao longo desses 12 anos perdidos, por ocasião dessas duas escolhas que desencadeariam uma sucessão de erros - mesmo que entre eles hajam muitos de minha inteira responsabilidade, mas que ainda assim foram resultados de um contexto -, eu digo a você que não cabe a mim perdoar ou condenar ninguém. Eu não tenho elementos suficientes para me colocar no lugar de cada um dos envolvidos e conseguir enxergar um mesmo evento sobre outras perspectivas. Cabe a cada um dos envolvidos analisar as suas respectivas parcelas de responsabilidade sobre cada evento em que se envolveram - ou foram envolvidos - e que façam um exame de consciência. Porque esta sim, não perdoa.

vlogoosfera
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