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#real life

i guess there comes a time when even the person you love and respect the most leaves you to fend for yourself. they just leave, even though they made the decision weeks ago, they won’t tell you until you force it out of them. and i’m not sure what the correct reaction to this.

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The poison liquid sliding down his throat

The tainted smoke in her lungs

But everything is fine

That’s what they say as he takes another drink and she takes another drag

‘I’ll quite’

She says, as she contacts the smoke once more

Thousands of cigarettes pilled on the table

Everyone she has is 7 more minutes I don’t have with her

Every drink takes off 30 minutes I have with him

This piles and piles to the point I have basically no time left with them

I was raised more by my sibling than parents

That’s just upsetting, we didn’t have time to be kids

We grew up way to fast

7 more minutes off and 30 more minutes gone

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Eleven Minutes is a 3-3-3 site that will take place in the fictionalized small town of Middleburg, Va. Middleburg is 45 miles outside of the U.S. capitol, and a quite of few of the newer residents are politicians or people from the big city just looking to get away from the business of D.C. Class division within the town is deep-rooted and many of the families have lived here for generations. From the rich to the poor.

The site’s main hubs will be both the town of Middleburg and D.C. we’re going to be character driven with a shipper app. Please pop in and talk with i. We’re just getting started but we’d love to talk with you. We’re allowing reservation of faces starting now.

https://discord.gg/xtSvPuz - Join us on Discord!!

therpsource
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I have the highest respect for the King family. I believe Martin Luther King, Jr. and Coretta Scott King are among a special group of activists who made a huge difference in the culture of this country and how we talk about racial injustice. 

General education and media depicts him as nonviolent and minimally confrontational. I have been reading his words and writing about his life for many years. He’s one of my heroes. I can tell you that he would support this move for justice for all these innocent African American lives destroyed by a system that allows their murderers to be treated with more respect than they were shown in their last seconds of life. There was a reason he was called ‘Radical King’ at the end. He was frustrated with the inaction and little change that he saw in how this country treats its citizens. He was becoming more aggressive in his fight for civil rights and spoke heavily against the Vietnam War, making him an enemy to Johnson administration. He was not neutral in justice. He was frustrated. 

I’m not advocating for the violence shown in the streets. In fact, most of these protesters are acting more human than a lot of the armchair lawyers I’ve been seeing. I’m stating that using Dr. King to discredit the protests is a misrepresentation of his memory. 

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Comecei a escrever esses textos aqui, com a ideia de ser um diário semanal. Quis fazer desse espaço um lugar onde pudesse publicar alguns delírios durante esse processo da quarentena, coisas simples, mas que gosto de falar sobre. Como pode ver, não fui muito longe depois de um mês. Também iniciei alguns cursos online. Consegui finalizar um da lista, mas os outros que são tão importantes quanto, ficaram em standby.

Por isso comecei a refletir sobre todos os momentos em que eu iniciei alguma coisa (qualquer coisa) e não coloquei pra frente. Pode ser filmes, livros, séries, projetos pessoais e, porque não, relacionamento? Sou muito boa em começar algo e não terminar. Tem gente que acha um absurdo eu começar um filme e não ver até o final (oi meu amor, estou falando de você, sim). Acontece que muitas vezes não faço porque quero, pelo menos não conscientemente. Por exemplo, às vezes realmente estou me sentindo ansiosa e acabo deixando para lá, pois aquele filme/livro/série está me deixando mal. Ou às vezes estou trabalhando e não quero finalizar porque o trabalho já não me deixa mais feliz, fico angustiada, arrasada, é uma tortura continuar. Então paro, deixo o trabalho pela metade.

Às vezes penso que esse é um mal de infância. Sabe quando a gente está no processo de aprendizado e os pais falam que tudo bem se você não gostar mais de dançar ballet, você pode experimentar umas aulas de desenho? Ou tudo bem se você não quer mais fazer natação, pode iniciar no vôlei. Sei que para a criança é importante conhecer novos mundos e opções, para que possa encontrar o que se identifica mais e, assim, desenvolver habilidades. Mas a questão é: até que ponto esse troca-troca de atividades contribui para que possamos fazer escolhas? Será que não é algo que pode vir a deixar a criança (consequentemente nós, adultos) com ainda mais dúvidas?

Eu fui essa criança. Fiz natação até os oito anos, inclusive participei de competições, mas pedi pra sair das aulas porque queria começar a fazer ballet. O ballet fez parte da minha rotina até os 11, quando preferi deixar para fazer hip hop. Nunca fiz hip hop. Aos 16 comecei a fazer dança do ventre, deixei as aulas aos 19. Depois disso nunca mais dancei, agora me matriculo em uma nova academia a cada dois anos, faço seis meses de exercícios e o semestre seguinte pago para não ir.  

Freud à parte, reconheço que é normal que pulemos de uma atividade física para outra. Não conseguimos ter sempre os mesmos horários disponíveis e isso acaba contribuindo para esse revezamento de atividades. Mas consigo analisar esse padrão até na minha carreira. Por exemplo, quando entrei para a faculdade, sabia que não queria ser estilista. “Ah, mas você faz faculdade de moda e não quer ser estilista?”. Não, a área é extensa e você pode trabalhar com moda de muitas outras formas. De todo modo, meu primeiro estágio foi como assistente de estilo e realmente gostava do que fazia, mas estava determinada a mudar e ir para o marketing de moda. Não sei se deu muito certo, pois já estou na quarta empresa e ainda me sinto perdida dentro da área. Acontece que fui trabalhar com marketing, depois fui fazer atendimento, voltei pro marketing, mas agora para fazer conteúdo. Depois entrei em uma empresa que era mais design gráfico e por fim, terminei em vendas e trabalhando com e-commerce. Hoje me pergunto se toda essa mudança foi porque realmente não me identificava com o que fazia ou porque desisti.

E é com isso que chego ao real ponto de toda essa reflexão. As mudanças e dificuldades de colocar algo pra frente são porque eu não me identificava mais com o que fazia ou porque desisti? E se desisti, por quê? Lembro-me do dia que eu quis largar o ballet. Tínhamos iniciado as aulas com sapatilha de ponta e o professor estava sendo ainda mais rígido com todas as alunas. Não foi nada sério, mas o ballet é uma modalidade que requer muita disciplina, e eu, no auge dos meus 11 anos, não estava pronta para isso. Com a dança do ventre também foi parecido. Já estava na faculdade e não conseguia acompanhar as aulas da maneira como gostaria, então deixei de ir. É mais fácil deixar de lado alguma coisa que gosta do que enfrentar o problema. Aos 11, eu não queria ter toda a disciplina que o ballet exigia e na dança do ventre, não queria ter aulas em outros horários para conseguir pegar as coreografias. Preferi deixar duas coisas que gostava muito a ter que lidar com qualquer dificuldade que viesse a ter.

Sinto que fiz isso com algumas amizades. Foi mais fácil simplesmente terminar com aquela pessoa do que enfrentar as diferenças que apareceram durante o relacionamento, mesmo tendo sido alguém importante. Da mesma forma com a minha carreira, mesmo sabendo que quero trabalhar com moda, não consigo ir muito além dentro das áreas que já atuei porque quando aparece algum obstáculo, é mais fácil não enfrentar. É ridículo e imaturo, mas dizem que signos de água são assim, então eu, pisciana com ascendente escorpião, devo ser duas vezes pior.

Também é mais fácil culpar o signo a ter que assumir meus erros. Deus me livre enfrentar a realidade em que preciso conversar com alguém sobre alguma mágoa. Ou escutar do professor que estou precisando treinar em casa, meu grand battement não está bom o suficiente. Também é mais fácil culpar o chefe, dizer que a empresa é péssima quando na verdade eu que não fui sincera quando perguntaram se estava satisfeita com minhas funções. E será sempre menos complicado tomar a decisão de desistir logo na primeira dificuldade, a realmente enfrentar o problema. Mas até quando? Uma hora a gente explode, e será preciso enfrentar todos os medos de uma vez.

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I don’t think I fell for you…. I think I just fell for the potential of you and me. The long walks, the stargazing, the home cooked meals together, the idea that we could end up together forever.

A silly notion that I let my heart wrap itself up in. I should be heartbroken because the fire between us has seemed to die down.

But I can’t stop thinking about the potential. So I hold on. I day dream, I carry the conversations, I close myself off to others in hopes that you will come around. Then our potential can be realized.

Maybe I did fall for you or maybe I fell for the idea of you…

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