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#televisão

Shantal P. Rex

Essa história medonha que a gente vê sempre nas propagandas de automóveis, do cara parar o carro do ano e a gostosa entrar sem nem pensar duas vezes, deturpa a mente da maioria dos brasileiros, que são espertos o suficiente para aceitar e burros o suficiente para questionar. Ela cria o medíocre que come pão com ovo e arroz com mortadela, mora de aluguel, passeia a noite toda na balada com uma latinha na mão, mas que não perde a pose por causa do carrão, e cria a imbecil que acha que por ter um corpo bonito não precisa trabalhar, pois todo cara rico vai ser um futuro pretendente, mesmo as pessoas achando que ela é uma mulher fácil por entrar em todo carro do ano que lhe abre as portas. Mas eu até entendo esse apelo, porque a propaganda sabe que gente esperta, que prefere trabalhar para comprar um imóvel ao invés de veículo, não vende carro do ano. A televisão deixa o povo burro, muito burro demais.
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Sentado,

Imóvel e

Sem pronunciar uma palavra.


Querendo dirigir um verbo,

Iniciar um diálogo, mas sabendo que

Tudo naquela noite fora um fracasso.

Tudo o que se havia planejado,

Tudo o que se pensou acontecer

Não aconteceu, mas me seduziu.


Então nos vem àquela sensação

Amarga em nossa alma: uma sensação de revolta;

É essa a sensação que toma conta de tudo.


Quero gritar e não consigo…

[a programação me sufoca]


Minha alma se desespera,

Mas eu a contenho e meu corpo a controla,

Impedindo que qualquer paranoia,

Ou ataque de nervos aconteça.


Os olhos queimam: sinal que a alma

Quer chorar de desgosto, frustração e raiva.

Mas o corpo segura tudo isto à força.


Então se percebe que a alma

É um Oceano de sentimentos que fica

Querendo invadir o mundo, e o corpo

É a muralha que segura toda essa força bruta.


Porém se esse Oceano não for controlado,

Ele acaba ficando cada vez mais forte,

E a muralha chega a enfraquecer

Em certos momentos e começa a ceder.


Então a gente acorda para a realidade

E percebe que a vida não é nada daquilo

Do que o agente pensa, ou que a televisão

Nos mostra.


A vida real é difícil, e a televisão mente o tempo todo.

Não somos felizes: somos sempre mantidos

Na condição de primatas estudados em Skinner.


Então eu desligo a TV, acordo dessa ilusão

Publicitária da mídia. e volto

A andar em duas patas.

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Originally posted by vhspunk

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Com esse vídeo aprendi que a atual edição do Big Brother é composta por uma adulta de voz infantilizada que declara amor verdadeiro e amor eterno pra ficante; que esse ficante não expressa reação além de urros e que tem um mala aleatório “assexuado” cobrando responsabilidade afetiva desse ficante, por achar que eles são um “trisal”.

Melhores momentos: o assexuado reclamando que o ficante beijou no rosto outro cara e a adulta infantilizada chamando o ficante pra orar “Ave Maria” de mãos dadas com um objeto inanimado da casa (???).

E esse macho objeto de desejo que tá em praticamente TODAS as edições, só muda o nome e depois ninguém lembra, porque zero personalidade? Como podem duas pessoas apaixonadas pelo Ben Affleck de Taubaté, minha gente?

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Pessoalmente falando, não me sinto capaz de perdoar quem comete crime premeditado contra crianças. Não faz sentido e nem acredito em ressocialização pra esse tipo de pessoa.

Mas o que me entristece nessa história toda é que pessoas trans serão ainda mais marginalizadas por conta de um caso específico. Já estavam sendo antes, inclusive por mulheres que se identificam com o feminismo, sem que ninguém soubesse do crime cometido pela Suzy. Há uma guerra entre um determinado feminismo e o transativismo e dá pra entender argumentos de ambos os lados - o feminismo é um movimento de quem nasce mulher e precisa ser separado do transativismo. O que não dá pra levar a sério é esse desserviço de ter que massacrar uma pessoa trans sempre que ela aparece na mídia, mas é sempre mesmo. Há uma parcela do feminismo pronta a criticar por dias inteiros, não sabendo mudar de assunto, com deboche, até. Cada vez mais o tão criticado transativismo têm sido a pauta do feminismo.

Nesse 8 de março e sempre: toda minha solidariedade a mãe que perdeu seu filho para quem o estuprou e assassinou. Suzy não é a única a se sentir sozinha.

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