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somicchamelluar10 · a month ago
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O Senador 2ª temporada
Capítulo 124  :
 LUA
 — O que foi feito não se pode voltar atrás — sorri para meu marido.
— Não quero mais pensar nisso. Hoje é o seu dia. E nada e nem ninguém estragará isso — ergui  minha taça.
— Um brinde para o homem mais iluminado que vai ser tornar o melhor presidente que esse país já pensou em ter.
— Um brinde a essa mulher forte e determinada que me acompanhará para onde eu for — foi sua vez de erguer a taça.
— Adentraremos a Casa Branca com nossas mãos entrelaçadas e juntos, — enfatizou — vamos governar esse país com muita dedicação e pulso firme — brindamos, tomando o champanhe sem desconectar nossos olhares apaixonados e ali vi o momento ideal para entregar a ele todo o meu amor.
— Quando o vi pela primeira vez — corei, mesmo já tendo conversado sobre isso com ele — eu tentava dali, daquela calçada, entender o que poderia ter de tão enigmático naquele menino de apenas dezoito anos, já tão sério e comprometido por uma causa, mas sem nenhuma expressão de sentimentos em seu rosto — o toquei carinhosamente.
— Mas já a partir daquele momento eu me vi completamente apaixonada e hoje, entendo perfeitamente o que aquele semblante sério me dizia — Arthur estava emocionado e com lágrimas nos olhos.
— Você tinha apenas dezoito anos, meu amor, mas com uma expectativa imensa depositada nos seus ombros, o que o transformou naquele homem frio, duro e implacável, tinha como dever chegar onde seu avô e seu pai chegaram — foi sua vez de tocar meu rosto com amor — e você conseguiu — sorrimos entre lágrimas, dentro daquela bolha só nossa.
— Com um diferencial — continuou acariciando-me — agora eu tenho um coração que ama desesperadamente aquela menininha de doze anos da calçada. E por ela, me tornei um ser humano melhor, um governador melhor — emocionada, imitei seu gesto beijando cada lágrima sua.
— O marido mais apaixonado, o amante mais fiel e o pai mais feliz e babão desse mundo.
— Tenho que concordar com você — sorrimos abraçados.
— Sem você, Lua Maria, nada disso teria feito sentido, porque você era o sentido que minha vida precisava. A luz para iluminar meu caminho e eu agradeço a Deus diariamente por aquela menininha de tranças ainda ter lutado, me esperado e feito de mim o homem mais feliz e completo desse mundo.
E ali eu havia percebido como Deus tinha traçado nossas vidas completamente.
Eu me apaixonei...
Instintivamente o esperei...
Desesperadamente fiquei sem reação quando ele me olhou, por não acreditar que um sonho pudesse se tornar real, mas ele se tornou, me tornando assim a mulher mais feliz desse mundo.
— Eu amo você, Arthur Scott.
— Eu também, Lua Maria, mais que minha própria vida — aproximou nossos rostos e quando os lábios se tocaram aquela famosa corrente elétrica se alastrou pelo corpo dos dois, nos fazendo gemer como adolescentes.
— Hora de irmos para casa — disse mordendo os lábios maliciosamente. A festa para nós precisava continuar, porém na nossa casa, mais precisamente em nossa cama.
— Concordo plenamente, Primeira Dama — sorrimos, saindo à francesa sem ninguém nos ver.
Já dentro da limusine suspirei pesadamente.
— Princesa, — Arthur ergueu meu rosto que estava  encostado em seu peito — me prometa que não se preocupará com Melissa.
— Prometo que vou tentar. Essa será minha primeira meta como Primeira Dama — sorriu em meus cabelos.
— Melissa não costuma perder, Lua. Sempre foi mimada, porém, seus pais não podem pagar por isso — assenti percebendo que ele falava de Jordan ao seu lado na Presidência.
— Eu sei e por isso apoiei sua candidatura lado de Jordan. Mas, ela não tinha o que perder nesse caso, amor, pois ela nunca teve — fui colocada no seu colo.
— Você tem toda a razão, Lua Maria — me puxou para mais perto — ela nunca poderia me ter, pelo único motivo de ter sido completamente seu mesmo antes de te conhecer.
— Exatamente — rebolei no seu colo fazendo-nos  gemer com o contato.
— Eu preciso de você, Senador — provoquei.
— Eu quero fazer amor com você hoje, Lua Maria.
— Eu também, amor — Arthur gargalhou subindo meu vestido até a altura da coxa.
— Em casa, na nossa cama.
— Mas isso não quer dizer que não podemos namorar, certo?
— Usei de toda minha inocência ainda contida dentro do meu corpo. E sem pensar duas vezes Arthur atacou minha boca ferozmente.
— Certíssima, Primeira Dama — disse sem fôlego, atacando minha boca novamente, fazendo com que suas mãos agilmente trabalhassem em todo o meu corpo, enquanto as minhas acariciavam seu coro cabeludo.
Mas antes de nos aprofundarmos sentimos o carro parar e rimos limpando nossas bocas por conta do batom vermelho.
Arthur me arrumou ao seu lado e fez com que descesse primeiro, vindo logo atrás, para disfarçar sua ereção predominante no meio da sua calça.
— Boa noite, Jonathan, até amanhã — sorri para nosso motorista e segurança particular.
— Boa noite, senhores.
— Está dispensado, vá descansar — Arthur disse já na porta do elevador privativo.
— Obrigado.
Entramos no elevador, cada um de um lado, sem tirar nossos sorrisos dos lábios.
— Não morda os lábios, Lua Maria, — foi então que percebi que aquele gesto era inteiramente instintivo para mim — eu quero você lá em cima, me amando devagar, sem receio de sermos pegos — se aproximou me pegando no colo, fazendo com que gritasse com o susto.
— Eu amo você, Senhor Presidente — ele sorriu beijando meu pescoço, arrepiando-me toda, mas naquele momento a porta do elevador se abriu e já estávamos em frente ao nosso quarto.
— Eu também amo você, minha única e mais linda Primeira Dama — Arthur abriu a porta do quarto m depositando em nossa cama, indo até o criado mudo.
Pegando o controle, ligou o som ambiente da suíte com as vozes de Luther Vandross & Beyonce surgindo nos auto- falantes comThe Closer I Get To You . Voltou para a ponta da cama e ficou parado, apenas observando meus pequenos gestos.
— Eu amo olhar você. Tão linda, — foi se aproximando e sentou ao meu lado acariciado meu rosto — gostosa — começou a subir meu vestido, parando quando encontrou minha calcinha vermelha.
— Vermelha, Lua? — ele gemeu fazendo-me rir.
— Tão apetitosa — infiltrou dois dedos dentro da minha intimidade, afastando minha calcinha. — Tão minha.
— Sempre — gemi completamente entregue vendo minha boca sendo atacada novamente pela dele Arthur tirou os dedos de dentro de mim e reclamei pela falta de contato, porém terminou de subir meu vestido e sorriu a me ver completamente exposta para ele.
— Muita roupa, Senador — sorrimos juntos.
— Já ouvi essa frase antes — disse já em cima do meu corpo.
— Eu também. E sabemos perfeitamente como isso termina — ajoelhei na cama, o afastando um pouco e comecei vagarosamente a tirar cada peça das suas roupas, o deixando de boxer.
— Lua, você está me enlouquecendo, princesa —  sorri do seu estado e o joguei de lado na cama.
— Você não viu nada ainda, amor — engatinhei até o meio das suas pernas, abaixando sua boxer e o tomando totalmente para mim.
— Lua — urrou completamente entregue, estimulando-me a continuar. O chupei, saboreando cada pedaço do meu homem, vendo-o se contorcer de desejo embaixo do meu corpo, porém muito antes que pudesse imaginar Arthur me colocou sentada em cima do seu corpo, já encaixada perfeitamente no seu... Pau gostoso.
— Que dom é esse que você tem de me pegar desprevenida, encaixando-me... — gemi — completamente em você?
— Pare de falar, Lua Maria, apenas rebole gostoso — revirei os olhos dando espaço para que ele sentasse na cama e o obedeci. Comecei a rebolar naquele corpo que era a perdição de todas minhas noites, manhãs e às vezes nos meios das tardes também, o vendo me apertar ainda mais. O conhecendo tão bem, vi que tinha chegado a hora. Plantei meus dois pés no colchão, intensificando nosso vai e vem enlouquecedor. Não duramos muito, caindo os dois praticamente juntos nesse abismo de sensações.
— Ai, como eu amo você — me joguei em seu peito assim que Arthur nos deitou novamente.
— Também amo você, princesa, mais que tudo — estávamos completamente sem fôlego.
— Senti tanta saudade — olhei para seus olhos, perdendo-me naquela imensidão verde, iguais os de Sophie.
— Nem me fale — ele me apertou ainda mais a seu corpo.
— Pensei que fosse enlouquecer nesses quarenta dias.
— Eu também — beijei seus lábios levemente.
— Que tal um banho, Senhora Scott?
— Com direito a sais e óleos aromatizantes? — pisquei preguiçosa.
— Não. Com direito a uma bela chupada e minha língua trabalhando dentro de você — gemi entregando-me a seus braços já expostos para me pegar.
— Esses são sempre os melhores — sorrimos maliciosamente.
E como em todos os nossos banhos, aquele não poderia ter sido diferente. Arthur me colocou na borda da banheira, sentada estrategicamente de pernas abertas e se deliciou, dando-me dois orgasmos consecutivos.
Logo depois do banho, enquanto nos enxugávamos escutamos o barulhinho conhecido vindo da babá eletrônica.
— Eu fiz uma promessa hoje antes de sairmos para a festa e tenho que cumprir — sorri lembrando o que se tratava.
— Pois como o melhor político que esse mundo já  viu, nunca quebrou nenhuma promessa, — Arthur sorriu orgulhoso — principalmente para sua filha.
— Com certeza.
— Coloque o roupão, — o desgraçado gargalhou — espero vocês na cama — lhe dei um selinho, batendo em sua bunda.
— Devassa.
— Sua devassa — disse antes de vê-lo colocar o roupão e sair em direção ao quarto da nossa filha.
Ali eu era a mulher mais feliz do mundo.
A mais completa e amada.
A Futura Primeira Dama dos EUA.
A Senhora do meu homem de Ferro.
Aquele por quem me apaixonei ainda criança, com doze anos de idade e que inconscientemente, esperei por mais de dez anos, entregando-me por completo ao único homem que me faria feliz na vida.
Meu sonho havia de concretizado e junto com o amor da minha vida, que havia evoluído de um sonho lindo, para a minha realidade mais plena, adentraríamos a Casa Branca com as mãos entrelaçadas.
Os três...
Eu, meu Presidente e o maior complemento desse  amor, nossa filha, Sophie Marie, que naquele momento entrava no quarto nos braços mais aconchegantes do mundo.
Lua, com os olhos da cor do pai e com meu bico.
Arthur me deu nossa filha nos braços enquanto tirava o roupão e voltou, deitando-se na cama conosco.
Pronto! Ali estávamos completos, eu e meus dois amores.
— Amo vocês — beijei a testa de Sophie, que mordia o pé docemente, dando um selinho casto no meu lindo marido.
— Também amo vocês — Arthur copiou meu gesto, nos aconchegando ainda mais no seu peito.
— Nunca cansarei de repetir, — nossos olhos se encontraram — nada faria sentido sem vocês.
— Tenho que concordar plenamente, Senhor Presidente — sorrimos mais uma vez com ele apagando o abajur, fazendo com que os três juntos caíssem em sono profundo em poucos minutos.
 FIMM.........DA SEGUNDA TEMPORADA.......
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somicchamelluar10 · a month ago
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O Senador 2ª temporada
Capítulo 122  :
 LUA
 — O maior e único sucessor para o trono político dos Scotts.
Um garoto de apenas dezoito anos, mas com o futuro brilhantemente traçado e promissor à sua frente — Billy completou como sempre muito orgulhoso da Família Scott.
~~--~~~~
— Você escolheu jornalismo com ênfase e política por ele?
— Não... Quer dizer, também — levantei— me indo até uma gaveta e tirando dali meu maior tesouro.
— Olhe — mostrei a pasta para minha melhor amiga.
— Sou fascinada por política desde cedo, por influência dos meus pais e por morar na capital do país, na verdade acho que herdei esse fascínio de Billy — dei de ombros sentando-me novamente, — Porém...
— Porém? — Mary não tirava os olhos da minha pasta que continha fotos de Arthur Sebastian Aguiar  Scott desde sempre, principalmente um apanhado geral da sua família contido ali.
— Eles me fascinam, Mary. Quer dizer. A política Scott me fascina e Arthur... — suspirei mais uma vez.
— Ele será a chave principal desse quebra cabeça montado em sua mente e em seu coração — balancei a cabeça.
— Não discuta comigo, você sabe do que eu sou capaz — sorri lembrando-me de quando nos conhecemos. Ela tinha certeza, mesmo antes de colocar os olhos em cima de mim, que seríamos melhores amigas para sempre.
— Mary, sou apenas Lua Maria Blanco Stevens...
~~--~~~~
— ... E ele seu lindo marido gostoso, sem tantos segredos hoje, mas principalmente, loucamente apaixonado por você — percebi que já estava fora do carro ainda com Arthur me puxando pela cintura, quando Mary completou meus pensamentos mais distantes.
— Seja bem vinda, Primeira Dama — ela me abraçou forte.
— Você mais que ninguém merece estar aqui — sorri emocionada.
— Eu estava tão longe — suspirei.
— E eu sei. Te conheço a um bom tempo, amada.
Somos amigas desde sempre, lembra?
— Sim — as lágrimas teimosas apareceram e agradeci mentalmente por Arthur estar cumprimentando algumas pessoas.
— Agora vá e tome o que é seu por direito. O lugar ao lado do seu marido. Entre deslumbrante naquele salão, Lua Maria Scott, você merece isso. Em toda minha vida nunca ouvi falar de um amor mais bonito.
— Obrigada, amiga — a abracei de novo, porém dessa vez não passei despercebida por meu marido.
— Princesa, aconteceu alguma coisa? — Arthur se aproximou preocupado.
— Não, amor, apenas boas recordações e uma emoção única de estar aqui ao seu lado — ele tocou meu rosto carinhosamente e como sempre, beijou todas as lágrimas que teimavam em cair.
— Você merece.
— Foi o que eu disse — sorri para Mary, respirando fundo e senti as mãos de ferros do meu homem apertando minha cintura.
— Vamos? — assenti e adentramos os salões do Hilton sendo ovacionados e aplaudidos de pé por todos.
— Eu amo você — sussurrei no seu ouvido enquanto acenava para todos.
— Eu também amo você, princesa, mais que um dia pudesse imaginar — sorri feliz agradecendo o que o destino havia me reservado, escrevendo página por página dessa linda história de amor.
Sorrimos juntos enquanto ainda éramos aplaudidos por todo o salão e cumprimentados pelos nomes mais importantes.
A sensação de ter Arthur ao meu lado sempre seria única para mim. Seus braços envoltos em minha cintura, o brilho dos seus olhos todas as vezes que encontravam os meus, eram indescritíveis para aquela jornalista que tremeu quando viu seu amor platônico entrar por aquelas mesmas portas quatro anos atrás.
Meu sonho mais lindo...
Minha realidade mais plena...
Meu homem...
Meu Presidente...
Vangloriei-me quando vi de perto o abraço cúmplice entre ele e Obama. Meu marido com certeza seria o nome certo para a sucessão daquele outro grande homem. E os vendo ali, juntos, senti uma alegria imensa e principalmente a vitória muito próxima.
Nada atrapalharia a chegada de Arthur à Presidência.
Os Estados Unidos precisavam de um Scott novamente no comando.
Com suas mãos de ferro, para exterminar a corrupção e quem ameaçasse entrar no caminho do seu governo, mas sempre com os braços abertos para entender a necessidade de seu povo.
Tão claro como a água era a necessidade do país de uma continuidade sem medo e receios, de uma política inteligente e acima de tudo honesta, pois era daqui que também saia o comando mundial.
Arthur guiaria o mundo através das suas mãos e eu ao seu lado, indicaria o melhor caminho a seguir. Esse era o trabalho de uma Primeira Dama, não?
Sempre ao lado do seu homem, instruindo com o coração por onde ir.
Nós sempre estaríamos juntos.
A festa transcorria em sua normalidade habitual com nossas famílias sempre unidas.
Arthur e George dando atenção especial a seus correligionários.
Emma e mamãe recepcionando todos muito bem e Billy, nunca relaxado, sempre de olho em toda a segurança do local.
Minha família estava bem e feliz diante dos meus olhos.
Só faltava saber como estava o bebê mais lindo desse mundo, que havia deixado em casa. Tirei o celular de dentro da minha bolsa, apertando o botão já conhecido.
— Liah — a babá riu do outro lado da linha.
— Senhora Scott, está tudo bem, não precisa se preocupar. Sophie acabou de tomar sua mamadeira e nesse exato momento está praticamente adormecida nos braços da Kátia — sorri involuntariamente sentindo meu corpo também ser envolvidos por braços fortes e conhecidos.
— Ok, Liah! Mas qualquer coisa me ligue.
— Pode deixar, aproveite a festa.
— Obrigada — desliguei o celular sendo beijada delicadamente no pescoço.
— Algum problema?
— Apenas preocupação exagerada de mãe — Arthur sorriu carinhosamente virando-me de frente para ele.
— Sei muito bem como é isso — apertou ainda mais meu corpo ao seu.
— Eu sei que sabe — ele capturou minha boca sem medo de sermos pegos. Mas qual seria o problema, éramos casados e nos amávamos muito, certo? Relaxei enlaçando meus braços no seu pescoço, aproveitando para acariciar sua nuca, o vendo gemer ainda dentro da minha boca.
— Amo você — sorri apaixonada.
— Também amo, Futuro Presidente... Ai, como eu amo — sorrimos como crianças travessas e o puxei para mais perto, voltando para sua boca.
— Temos uma dança agora, Futura Primeira Dama — amava nosso jogo de nomes.
— Então vamos a ela, meu querido marido — Arthur abriu seu maior sorriso nos arrumando descentemente e seguimos com nossas mãos entrelaçadas rumo ao centro do salão.
Aquele que sempre nos traria ótimas recordações.
Sendo ali onde ele me viu pela primeira vez. Onde assumimos nosso amor perante o mundo. Celebrando nosso amor com a mais linda festa de casamento.
E naquela noite, ali juntos novamente, estávamos dando a largada a uma das mais importantes caminhadas das nossas vidas.
E nem nos meus maiores sonhos com Arthur imaginaria chegar tão longe ao seu lado. Mas o destino me provou que todo o sonho pode ser concretizado, desde que esteja escrito.
E o nosso amor seria assim, único, forte e para sempre...
Por toda minha vida esse sempre será meu maior e mais lindo presente, vindo junto, é claro, com nossa Sophie.
— Obrigado por ser minha — Arthur olhou fixamente em meus olhos enquanto dançávamos ao som de You will never Find - Caught in the Act com Michel Buble.
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somicchamelluar10 · a month ago
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O Senador 2ª temporada
Capítulo 123  :
 LUA
 — Obrigada por me deixar ser sua — nos beijamos castamente em meio a sorrisos de paz e alegria.
— Não conseguir ver minha vida de outra forma a não ser junto com a sua princesa — nos rodopiou pelo salão.
— Amo você.
— Também amo você, minha linda dama de vermelho — sorri deitando a cabeça no seu peito, deixando nossos corpos serem embalados pela música.
Depois da nossa dança engatei uma conversa animada com Michelle Obama sobre nossas filhas e as responsabilidades de um país toda em nossas mãos.
— Eu tenho medo de não ser capaz — fui sincera.
— Oh, minha querida, nós sempre pensamos que não vamos dar conta, mas depois com a prática tudo se torna apenas mais uma rotina em nossas vidas. Nunca se esqueça, Lua Maria, temos uma força única dentro de nosso coração e com determinação, mas principalmente, com nosso amor, conseguimos encaixar tudo exatamente no lugar — sorrimos cúmplices.
— Obrigada, Michelle, tenho certeza que vou precisar muito ainda de suas dicas e experiência.
— Estarei aqui para ajudá-la, minha querida, somos amigas acima de tudo — me abraçou carinhosamente.
— Agora me conte de Sophie, como é ser mãe?
— Maravilhoso! — sorri apaixonada — um sentimento único, Michelle. Sophie é minha vida.
— Sim, minha querida, uma sensação indescritível.
— Com toda certeza, obrigada por tudo — agradeci de todo coração o carinho com que estava sendo recebida pela nossa atual primeira dama.
Naquele momento um garçom se aproximou oferecendo-me uma taça de champanhe, o que me fez sorrir involuntariamente, procurando o senhor da gentileza pelo salão, mas o que vi fez gelar meu corpo por inteiro.
Arthur estava ao lado de Melissa e pelo seu semblante a conversa não estava sendo nada agradável.
Respirei fundo, pois aquele seria apenas o começo do nosso contato direto com os Clark.
~~--~~~~
— Oi — percebi Arthur parado na porta do quarto de Sophie enquanto eu a colocava no berço depois de amamentá-la.
— Oi, como vocês estão?
— Muito bem, papai. Acabei de comer e agora vou tirar mais uma soneca — imitei uma voz fina, fazendo-o sorrir fracamente.
— Vou apenas lavar a mão e já chego até aí — aquela era uma das regras depois do nascimento da nossa filha. Não entrávamos no seu quarto ou a pegávamos no colo antes de nos lavar.
— O que aconteceu, amor? Que cara é essa? — conhecia meu marido como ninguém.
— Precisamos conversar, Lua — seu tom era sério.
— Como foi a reunião sobre seu vice?
— O partido já escolheu um nome — me aproximei dele, deixando nossa filha dormir tranquila.
— Vamos para nosso quarto — o puxei pela mão nos direcionando para a suíte principal do triplex.
— Quem foi o escolhido? É isso que está te preocupando?
— Jordan Clark, foi esse o nome escolhido — sentei na cama em choque, pois sabia da boa relação que os Scott tinham com os Clark, menos quando se tratava de sua filha única, Melissa.
— E o que você fez? — Disse que falaria com você primeiro — sentou ao meu lado.
— Não. Estou perguntando a respeito da escolha — fui mais clara.
— Os Clark são nossos parceiros políticos há décadas. O nome de Jordan seria perfeito...
— Se não tivesse envolvimento paterno com sua ex- namorada — completei.
— Sim.
— Você confia em Jordan para estar ao seu lado na Casa Branca?
— Entrelacei nossos dedos, olhando diretamente em seus olhos.
— Sim, confio.
— Então será ele — sorri tocando uma ruga no meio da sua testa.
— Mas e?...
— Melissa? — assentiu. — Ela não terá coragem de chegar perto de nós. E outra coisa, amor. Nosso amor é bem mais forte que tudo que ela possa fazer — tentei parecer forte, mas por dentro estava me corroendo por pensar que passaria quatro anos com Melissa em nossa cola dentro da Casa Branca, mesmo que o vice não morasse ali.
Mas nada abalaria nosso relacionamento e naquele momento não poderia ser egoísta pensando só em mim.
Pensaria sim, pela primeira vez, como a Primeira Dama daquele país.
Apoiando a decisão da nomeação de Jordan, que também achava a melhor para estar ao lado do meu marido na Presidência.
Clark tinha a experiência que contrastava com a jovialidade e a garra de Arthur. E essa seria a junção perfeita para o melhor governo de todos os tempos.
O resto contornaríamos como sempre fizemos até ali.
~~--~~~~
 Tirando-me dos meus pensamentos, Arthur com apenas um sinal, me pediu discretamente que o esperasse na sacada e foi o que fiz, despedindo-me de Michelle.
Como estava nervosa com a presença de Melissa perto dele, comecei a andar de um lado para o outro.
Alguns minutos depois senti o cheiro do meu homem entrando por minhas narinas e consegui respirar aliviada.
— Desculpe a demora, pensei em brindarmos onde tudo começou — virei e Arthur percebeu meu estado, mesmo tentando disfarçar com um sorriso forçado.
— Meu amor, não fique assim! Por favor, princesa — ele me abraçou sentindo o cheiro do meu cabelo e ali percebi que ele também estava tenso.
— “Eu deveria ter matado aquela mulher”. — sorriu beijando minha cabeça.
— Há quanto tempo não me dizia o que pensava, Primeira Dama? — sorriu — Não se preocupe. Melissa Clark pensará duas vezes antes de se aproximar novamente da nossa família — acariciou meu braço.
— Ela estará perto de nós, amor. Não diretamente, mas sua família estará ao nosso lado na Casa Branca — olhei intensamente para seus olhos.
— Mesmo assim o recado foi dado. Melissa sabe com quem está lidando, Lua Maria.
E Jordan também já foi avisado que não queremos nenhum tipo de contato ou aborrecimentos com sua filha.
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